Policiais a paisana trocando de roupa durante os protestos no Rio. Suspeito ou não?

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What is Facebook to most people over the age of 25? It’s a never-ending class reunion mixed with an eternal late-night dorm room gossip session mixed with a nightly check-in on what coworkers are doing after leaving the office. In other words, it’s a place where you go to keep tabs on your friends and acquaintances.

You know what kids call that? School.

— Do texto Teens aren’t abandoning “social.” They’re just using the word correctly. (via todearaujo)
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Avner Ronen of Boxee contentiously said that calling the TV “the first screen” was misleading, as the first screen was now in our pockets or lying on the coffee table.
“The future isn’t plugging little set-top boxes into TVs. So what next?”
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A nostalgia celebra os mortos. A história inspira os vivos. A história é o sangue cultural de um povo.
— Simon Schama, historiador
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Hoje, um adolescente de 14 anos está muito envolvido com internet, redes sociais: será que no futuro ele vai deixar de ver TV? Não vai.

Quando ele casar, tiver filhos, e chegar em casa, ele vai jantar, querer ver o jogo de futebol e não vai ficar como um maluco na internet.

É claro que as pessoas de mais idade são as que assistem à TV aberta, em qualquer lugar do mundo. Não vai existir um velhinho enlouquecido nas redes sociais.

— Octávio Florisbal, diretor geral da TV Globo ao Estadão (via todearaujo)
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An Aussie media earthquake

A semana não foi nada tranquila no negócio de mída na Austrália. Depois do grupo Fairfax Media, um dos maiores do país anunciar o corte de 1.900 empregos foi a vez da News Limited, parte do poderoso conglomerado de Rupert Murdoch anunciar uma grande reestruturação. Mais uma oportunidade para repensar em paywalls, terceirização e modernização da mídia.

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Um programa de TV semanal é um encontro com o público. Um programa diário é um relacionamento. Isso muda tudo.
@rosana
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A Torre de Babel binária

Quando os computadores em rede se tornaram uma realidade, se criou uma forma para trocar mensagens eletrônicas usada em todos os sistemas: O e-mail. Anos mais tarde surgiram serviços de mensagens instantâneas, chats e redes sociais que não se conversam entre si.

Anos mais tarde chegariam as comunicações móveis e na junção do celular com o pager surgiria o SMS, um formato amplamente aceito na comunicações por texto. Hoje vemos surgir WhatsApp, Viber, iMessage, BBM entre outras grandes redes de troca de informação pequena e instantânea. Apenas dentro de suas fronteiras.

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Na União Soviética, a internet acha muita coisa pra VOCÊ

- A história da União Soviética de forma simplificada. E em 8 bits.
http://www.youtube.com/watch?v=iCjbp7787ro

- Uma linha do tempo com as aberturas do principal telejornal da televisão soviética, o Время (Vremya), de 1972 a 2010
http://www.youtube.com/watch?v=QlC5r87t81s

- Índice da coleção sobre TV soviética e russa da Academia Naval dos EUA
http://www.loc.gov/rr/mopic/findaid/soviettv.html

- Primeira (e única) técnica de animação criada por soviéticos, que matematicamente criava movimentos de um gato
http://www.youtube.com/watch?v=JWiWYqvP0BU

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Impresso e digital

Completei um mês com um iPad. Diante de um bom preço por um modelo de pouco uso resolvi me aventurar para saber o que este papel eletrônico tem de fato a oferecer para mudar nossa forma de consumir informação.

Jornal

A primeira experiência foi com o aplicativo da Folha de S. Paulo. Uma mistura interessante, porém não muito clara entre o conteúdo do jornal impresso e da Folha.com, mas também com um espaço específico para a leitura da edição que chega às bancas. Infelizmente é logo aí que o digital começa a mostrar suas desvantagens.

Uma edição de domingo facilmente passa dos 100 MB. Nem uma boa conexão de banda larga ameniza o sofrimento de um download deste tamanho pois o problema mora exatamente nos servidores do jornal: Mesmo minha conexão suportando até 110 KB/s a tranferência de uma edição de jornal dificilmente se mantém acima dos 10 KB/s. E nem adianta tentar matar o tempo com algum jogo para iPad pois ao alternar de aplicativo o download é interrompido. Numa situação dessas é bem mais rápido comprar a edição na banca…

Apesar de tudo existe um interessante contraponto para a experiência com a Folha: A edição digital que é acessada por PCs também tem uma versão adaptada para iPad fora do aplicativo. O http://edicaodigital.folha.com.br/ é uma excelente alternativa por permitir visualização imediata do jornal, sem ter que esperar o download inteiro do mesmo e com uma experiência parecida, com os gestos que são comuns na interface touch.

Um caso de contraste serve de exemplo para uma constatação que muita gente tem: Grande parte dos aplicativos para iPad poderia serem perfeitamente feitos em HTML5, rodando no navegador. De fato essa era a intenção de Steve Jobs em 2007 quando lançou o iPhone, mas os planos mudaram diante da pressão do público e da oportunidade de renda que esse mercado de aplicações poderia oferecer.

Revista

Nesta experiência o serviço utilizado foi o da revista Info da Abril. Um aplicativo mais desenvolvido que o da Folha, já usando a possibilidade de compra de edições da revista dentro do próprio. A edição de estréia era gratuita e permitiu o teste (minha conta na App Store está zerada de dólares). Interessante, útil, mas ainda medíocre.

Há uma preocupação em montar uma linguagem de cores para orientar o leitor a explorar os recursos interativos, mas mesmo assim o uso é confuso. A opção de recursos disponíveis durante a navegação em modo retrato e paisagem incomoda muito por impor ao leitor uma forma certa de leitura, caso contrário muito conteúdo passará batido.

Mesmo quando disponíveis os conteúdos multimídia não parecem fazer sentido ao texto lido, quase avulsos. Sem falar dos sons que tocam em certas páginas querendo ou não. A sensação é a de brincar com livros eletrônicos para crianças da pré-escola.

Os tablets em geral

Direto ao ponto: Tablets são smartphones com telas grandes. Definitivamente não são computadores por mais que se insista nessa teoria, tanto por problemas de conceito, projeto e comerciais.

Em primeiro lugar o óbvio: O poder de processamento ainda está longe de ser igual a de um PC, mas ainda é relevado pelo grande número de pessoas que não necessita de tanto “poder de fogo”.

Em segundo, a ausência do Flash. Sim, há muito conteúdo já adaptado para o iPad e existem muitos aplicativos para realizar as mais diversas tarefas online, mas sem o Flash você continua dependendo de um PC para a navegação plena na internet. A plataforma Android também não é uma solução pois a mesma depende muito mais da Adobe. O Flash em versões mobile ainda se torna incompatível em certos navegadores e, menos grave num tablet, diminui a autonomia dos dispositivos. A Adobe precisa trabalhar com vontade para não deixar que o Flash seja jogado para escanteio neste novo mercado além-PC.

A utilização do iOS no iPad e a consequente vinda do Android também para os tablets causou uma confusão de conceitos que precisa ser desfeita caso este produto queira se estabelecer. A grande diferença para o usuário final entre iOS e Android é que o Android tem cara de sistema operacional, o iOS não. Isso é importante na hora de pensar o seu uso e para qual público se focar. Um usuário já acostumado com PCs se entende facilmente com o Android, enquanto alguém que nunca teve contato com computadores ache o iOS mais intuitivo.

Quanto aos produtores de conteúdo, jornais e revistas, falta conhecer melhor os recursos e possibilidades dos tablets. Mas creio que seja apenas uma questão de tempo.

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